Metal Open Mind: Janeiro 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

MOM#70 - Especial Shows Fevereiro no Brasil + Novidades 2015



Sábado que vêm as 18hs na MKK Webradio vai ter especial THE SIRENS com músicas da carreira a solo das veteranas vocalistas Anneke Van Giersbergen, Liv Kristine e Kari Rueslåtten, de suas ex-bandas (Theatre of Tragedy, the Gathering e The 3rd and the Mortal), e ainda 2 singles inéditos do The Sirens. Todas do provável setlist dos shows no Brasil que acontecem em Fevereiro, nos dias 06 no Music Hall em Curitiba, 07 no Clash Club em São Paulo e 08 no Teatro Odisséia no Rio de Janeiro.

Concorra a ingressos para os shows do The Sirens no Brasil, assim como cd's das 3 integrantes do THE SIRENS participando dos passatempos das páginas oficiais Brasileiras no Facebook: Anneke van Giersbergen Brasil, Leaves' Eyes Brasil e Kari Rueslåtten Brasil.

A edição número 70 do podcast vai cobrir também as vindas dos grupos Mr Big, Winger e Anathema ao Brasil, e ainda promover os mais recentes trabalhos dos grupos Sweet & Lynch, Defy All Reason, Empire of Fools, Profane And The Sacred, Serious Black, Orden Ogan, Blind Guardian, U.D.O., Battle Beast, Stargazery, Angelus Apatrida e Northland editados em 2015.

Assista abaixo alguns videos oficiais das músicas incluídas na playlist:


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Melhores do Brasil em 2014


Numa iniciativa independente e pouco convencional, o MOM convidou cerca de 60 bandas de diversos estilos de rock e metal com edições em 2014 (do mainstream ao underground) para participar de nosso Balanço Nacional. A tarefa era simples, cada banda teria direito a ser representada por um de seus músicos para eleger a melhor banda, o melhor album e o melhor evento nacional do ano passado.

Mesmo sabendo que as bandas mais consagradas dificilmente arranjariam tempo em suas agendas para gravar um depoimento com no máximo 5 minutos de áudio, ficamos admirados em constatar que muitas bandas de pouca expressão ou mesmo em início de carreira, nos ignoraram por completo. O contato foi feito através dos emails oficiais bem como pelas respectivas redes sociais com tempo hábil para no mínimo uma simples resposta negativa. Ainda houve umas 14 bandas que disseram que gostariam de participar mas falharam em cumprir o prazo estipulado. Em suma, apenas 30% das bandas foram 100% profissionais... E como profissionalismo é algo muito louvável e raro nos dias de hoje, deixaremos aqui mais uma vez o nosso sincero agradecimento aos músicos listados abaixo:

Guilherme Alvarenga (D.A.M.), Manu "Joker" (Uganga), Luis Carlos (Statik Majik), Hedrey Fernandes (Revolted), Adriano de Oliveira (Dancing Flame), Gustavo Scaranelo (Higher), Gui Bollini (Ecliptyka), Bullas Attekita (Girlie Hell), Humberto Zambrin (Attractha), Giovanni Sena (Age of Artemis), Thomás Martim (Hatefulmurder), Felipe Eregion (Unearthly), Fábio Pereira (Institution), Du Oliva (Rollbando), Fernanda Lira (Nervosa), Matheus Telles (Redquarter), Vinicius Carvalho (A Red Nightmare), Leko Soares (Lothlöryen) e Vitor Rodrigues (Voodoopriest).

A conclusão que chegamos é que, ou as bandas andam muito mal assessoradas, ou então andam pouco antenadas no que de melhor acontece em seu próprio País. Se ao menos 50 músicos tivessem participado, teríamos tido um Balanço mais justo e realista. De qualquer forma deixamos aqui os 3 mais votados em cada categoria dentre os eleitos dos 19 músicos participantes de nosso Balanço Nacional de 2014.

MELHOR BANDA DE 2014

1° lugar: Project46
2° lugar: Angra e Noturnall

MELHOR ALBUM DE 2014

1° lugar: Legion (Korzus)
2° lugar: Que Seja Feita a Nossa Vontade (Project46)
3° lugar: Mandu (Voodoopriest) e The Unearthly (Unearthly)

MELHOR EVENTO DE 2014

1° lugar: Gravação do DVD do Noturnall em São Paulo
2° lugar: Tour nacional do grupo norte-americano Exodus

Quem perdeu a transmissão do Balanço Nacional pela MKK webradio nos últimos dois sábados, pode agora conferir o cloudcast das edições 68 e 69 no mixcloud do MOM.

Pra finalizar deixamos aqui um recado para os nossos ouvintes e seguidores de música sem fronteiras: Apoiem sempre as bandas nacionais, principalmente as mais profissionais!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

MOM#69 - Melhores de 2014 - Balanço Nacional Parte 2



No próximo sábado dia 24 de Janeiro as 18hs na MKK webradio vai rolar a segunda parte do balanço nacional de 2014 na ótica de outros 7 músicos convidados integrantes de bandas de diversos estilos de rock/metal do cenário underground Brasileiro.

A Playlist do programa contará com músicas das bandas convidadas bem como temas de bandas destacadas pelos convidados. Participam do programa os músicos:

Fábio Pereira (guitarrista) - Institution (São Paulo)
Du Oliva (vocalista/guitarrista) - Rollbando (São Paulo)
Fernanda Lira (baixista/vocalista) - Nervosa (São Paulo)
Matheus Telles (guitarrista) - Redquarter (Rio de Janeiro)
Vinicius Carvalho (guitarrista) - A Red Nightmare (Pará)
Leko Soares (guitarrista) - Lothlöryen (Minas Gerais)
Vitor Rodrigues (vocalista) - Voodoopriest (São Paulo)

Na playlist abaixo você pode conferir videos das 7 bandas que aceitaram o nosso convite.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

MOM#68 - Melhores de 2014 - Balanço Nacional com músicos convidados


No próximo sábado dia 17 de Janeiro as 18hs na MKK webradio vai rolar um balanço do que de melhor aconteceu no Brasil em 2014 na ótica de 12 músicos convidados integrantes de bandas de diversos estilos de rock/metal do cenário underground Brasileiro.

A Playlist do programa contará com músicas das bandas convidadas bem como temas de bandas destacadas pelos convidados. Participam do programa os músicos:

Guilherme Alvarenga (vocalista/tecladista) - D.A.M. (Minas Gerais)
Manu "Joker" (vocalista) - Uganga (Minas Gerais)
Luis Carlos (baterista) - Statik Majik (Rio de Janeiro)
Hedrey Fernandes (vocalista) - Revolted (Goiás)
Adriano de Oliveira (vocalista) - Dancing Flame (Rio de Janeiro)
Gustavo Scaranelo (guitarrista) - Higher (São Paulo)
Gui Bollini (guitarrista/vocalista) - Ecliptyka (São Paulo)
Bullas Attekita (vocalista/guitarrista) - Girlie Hell (Goías)
Humberto Zambrin (baterista) - Attractha (São Paulo)
Giovanni Sena (baixista) - Age of Artemis (Brasília)
Thomás Martim (baterista) - Hatefulmurder (Rio de Janeiro)
Felipe Eregion (vocalista/guitarrista) Unearthly (Rio de Janeiro)

Confira os mais recentes videos das 12 bandas na playlist abaixo.



Apoie as bandas nacionais. Compartilhe com quem possa interessar!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

MOM 2014 TOP30 - Part 1

Este ano resolvi listar 30 álbuns editados em 2014 que se sobressaíram dentre os quase 700 que passaram pelas minhas mãos (e ouvidos) durante os últimos 12 mêses. As 30 bandas desta lista estarão representadas na próxima edição do Podcast, cada uma com 1 tema ainda inédito em nossa programação. O episódio 67 será transmitido no próximo Sábado as 18hs pela MKK webradio.

Decidi não incluir nenhuma banda Brasileira nesta lista, uma vez que dedicarei espaço próprio nas seguintes edições do Podcast. De qualquer forma este é um TOP de escolhas exclusivamente pessoais, ordenado alfabeticamente, mas que representa bem o carácter sem fronteiras do Metal Open Mind.

30


Primeiro longa duração do †††, projeto paralelo de Chino Moreno (vocalista do Deftones) e de seu amigo de infância Shaun Lopez. Quem como eu considera Change in the house of Flies com uma das melhores músicas do Deftones, irá ao certo apreciar este trabalho em sua hipnótica plenitude.

29


Os Australianos AC/DC estão de regresso após um hiato de 6 anos, sendo Rock or Bust o primeiro sem o guitarrista original Malcolm Young, que deixou o grupo após ter sido diagnosticado com Demência. Apesar do infortúnio, Angus & Cia parecem inabalados e em pouco mais de 30 minutos destilam aquilo que melhor sabem fazer: rock'n'roll!

28


Nos dias de hoje é comum ver bandas evoluírem de gêneros extremos para sonoridades mais progressivas, e o caso dos Finlandeses Amoral não é muito diferente. Uma década após o debut calcado no Death Metal Técnico, o grupo agora aporta no Power Metal Progressivo de forma surpreendente. Enquanto fãs antigos torcem o nariz, o grupo soma e segue em frente.

27


Provalvelmente um dos grupos mais sonantes do Djent instrumental norte-americano, o excepcional trio Animals as Leaders chega ao seu terceiro trabalho de originais mantendo um padrão alto em termos técnicos e criativos. Um prato cheio para quem gosta de música diferenciada como o jazz fusion mas não abdica do peso e das melodias do metal progressivo.

26


Jovem banda oriunda Helsinki na Finlândia, e mais uma praticante do famigerado Power Metal Sinfônico. Last of Us é apenas seu primeiro trabalho de originais do Arion, porém denota personalidade, qualidade de composição e extremo bom gosto. Essa molecada com certeza vai longe.

25


Confesso que nunca tinha ouvido falar desta banda Blind Petition oriunda da Áustria, e fiquei surpreso em saber que este já é seu décimo primeiro álbum de longa duração, e de uma carreira com já 40 anos! Hard Rock maduro, com groove, pegada e boas melodias fazem de Law & Order um álbum digno de figurar entre os melhores do ano.

24


Certas bandas conseguem num primeiro álbum alcançar um destaque diferenciado, nem tanto pela originalidade, mas sim por suprir uma lacuna há muito deixada em aberto por uma voz/alma ceifada prematuramente. É inevitável ouvir o som do Blues Pills, e a voz de Elin Larsson, e não recordar da saudosa Janis Joplin. Eles são da Suécia e praticam Blues Rock de primeira qualidade.

23


Piano Nights é provavelmente o álbum mais estranho e inusitado deste TOP30. Apesar da minha total ignorância sobre o trabalho destes alemães praticantes de lounge jazz e dark ambience (doom jazz talvez defina melhor o tom e o compasso aqui presente), este já é seu oitavo registro de originais em 22 anos de carreira. Em 2014 foi o álbum que mais ouvi para dormir, e neste caso é um elogio! link

22


Extremist já é o sétimo trabalho de estúdio desta banda de metal cristão norte-americana, porém está longe de ser seu trabalho mais extremo (como o título parece sugerir), sendo provavelmente um dos mais bem equilibrados em termos de melodia e agressão. Metalcore assim dá gosto ouvir! link

21


Quem acompanha a carreira do baterista Mike Portnoy sabe que ele é uma espécie de Midas da música, tudo que ele toca vira ouro e sinônimo de qualidade inquestionável. Flying Colors é sua mais recente aventura por caminhos progressivos, e mais um vez ao lado de seu companheiro de Transatlantic, Neal Morse. Second Nature nem parece que foi gravado por músicos ocupados com outros projetos, tamanha técnica, apuro na composição e coesão.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

MOM 2014 TOP30 - Part 2

Continuando com mais 10 discos em destaque de 2014.

20


Gus G. tem créditos firmados por seu trabalho com os Gregos Firewind e com o mestre Ozzy Osbourne. Dito isso fica a sensação de que um trabalho a solo nessa altura do campeonato só serve para aproveitar o 'momenum' e tirar da gaveta montes de material secundário, certo? Errado. Convidados ilustres como Mats Léven, David Elefson, Billy Sheehan e Jeff Scott Soto, entre outros, fazem de I am the Fire um banquete do melhor que se faz no Hard'n'Heavy atual.

19


O grupo H.E.A.T. da Suécia é provavelmente um dos maiores responsáveis pela ressureição do AOR. Este já é seu quarto trabalho de origianis, e mesmo com a troca de guitarristas neste Tearing Down The Walls a proposta continua intacta: Hard Rock Melódico de alto gabarito repleto de refrões orelhudos e um par de baladas que não comprometem o resultado final.

18


O Intervals é o único representante do Canadá neste TOP30, e A Voice Within é seu primeiro longa duração, e também o primeiro trabalho a incluir vozes. Em se tratando de Djent, nem sempre é fácil fugir do trampo exclusivamente instrumental, mas Mike Semesky caiu como uma luva, se adaptou perfeitamente ao caos ordenado, e somou pontos a este excelente trabalho de metal progressivo.

17


Que a Suécia se tornou um celeiro de música de qualidade todo mundo já sabe. O que talvez poucos saibam é que este celeiro sempre existiu mas era desconhecido do grande público. O Kaipa por exemplo já existe a mais de 40 anos, e na última década tem mantido boa regularidade nas edições, sempre calcadas de grande qualidade de composição. O que mais me encanta no projeto é a abundância de melodias, a riquesa de detalhes, e os duetos vocais de Patrik Lundström e Aleena Gibson.

16


Kamchatka é um power trio Suéco que resgata aquela sonoridade Blues Rock do final da década de 60 e início da década de 70, com grande maestria. The Search Goes On é já o quinto trabalho de originais, e para além de manter o elevado padrão de qualidade dos álbuns anteriores, coloca o grupo no mesmo patamar das grandes bandas de stoner rock da atualidade.

15


Killer be Killed é o projeto mais ambicioso de Max Cavalera até a data. Formado conjuntamente a Greg Puciato do The Dillinger Escape Plan, o projeto logo ganhou apoio da Nuclear Blast e a referência de supergrupo com as entradas de Dave Elitch do The Mars Volta e de Troy Sanders do Mastodon. A obra homônima traz características de todas as bandas mencionadas, porém juntas revelam essa nova entidade capaz de te agarrar pelas entranhas para nunca mais te largar.

14


Sou suspeito para falar do KXM, afinal sou fã de longa data do trabalho dos músicos aqui envolvidos. Analisando friamente, Pinnick, Luzier e Lynch têm pouco em comum tendo em conta a trajetória percorrida por eles no King's X, Korn e Dokken respectivamente. No entanto, o resultado aqui não é menos do que primoroso. Pode até não entrar a primeira, mas as canções vão crescendo, tomando forma, para então finalmente nos arrebatar.

13


Continuando a saga iniciada no antecessor The Hunter, a novidade Once More 'Round the Sun revela um Mastodon no auge de sua maturidade musical. Épico, criativo e arrebatador são adjetivos que já se tornaram características obrigatórias na obra de Troy Sanders e Cia. Resta agora saber até quando conseguirão manter o alto padrão alcançado. Por hora, só nos resta apreciar.

12


Dan Swanö é um nome super respeitado na cena Death Metal, principalmente devido a seu passado com o Edge of Sanity onde usava e abusava dos vocais guturais. Pois é, esse passado parece longínquo se comparado com a atual fase do músico. Desde a criação do Nightingale em 94 que Swanõ passa a explorar de forma surpreendentemente natural o rock/metal progressivo de orientação melódica, onde sua voz, agora de entonação limpa e sensual, tem papel preponderante, tornando no caso de Retribution uma audição das mais agradáveis possível.

11


Apesar de ser um EP, Clear merece aqui menção honrosa pela criatividade e ousadia. O sexteto norte-americano Periphery pratica um metal progressivo diferenciado com uma abordagem alternativa que por vezes nos remete a bandas como Faith No More e Muse porém em meio ao groove desenfreado e polirítmico de uma avalanche metalcore. Cada músico compôs e foi inteiramente responsável pela produção de um tema para este EP, o que por si só revela a tremenda capacidade dos músicos envolvidos no projeto.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

MOM 2014 TOP30 - Part 3

Continuando com os últimos 10 discos em destaque de 2014.

10


O Project 86 é mais um grupo de rock alternativo cristão norte-americano até então desconhecido para mim, sendo este Knives to the Future seu nono trabalho de longa duração. Com uma sonoridade intensa e abrasiva, o grupo surpreende pela homogeneidade da proposta sempre pautada por um invulgar cuidado no aspecto melódico bem como na entrega sentida de mensagens positivas despejadas a pleno pulmões.

9


Isolate and Medicate é o sexto trabalho de estúdio do grupo Sul-Africano de post-grunge Seether. Assim como os Australianos Silverchair, o trio mantém vivo o legado do Nirvana no tortuoso caminho do mainstream através de um trabalho bem mais polido e comportado, e não menos impactante, quando comparado com a obra imortalizada por Kurt Cobain.

8


O mega sucesso do grupo Nickelback no ano 2000 popularizou uma vertente até então sem grande representatividade, a country music pesada. O gênero nunca foi muito bem aceito no meio hard'n'heavy por ser demasiadamente "radio-friendly". O Shaman's Harvest segue o mesmo caminho a quase 20 anos, e parece que acertou em cheio com este quinto trabalho de originais.

7


Banda Britânica de Wales que não cansa de me surpreender com sua inteligente e original fusão que inclui elementos do heavy metal, punk rock, hip hop, electronica e reggae. Kill The Power é o quinto trabalho de longa duração do Skindred, e provavelmente o mais eclético e acessível de sua carreira.

6


Originalmente criado como projeto a solo do guitarrista Indiano Keshav Dhar, Skyharbor tomou cara de banda com a entrada do experiente vocalista Dan Tompkins (Tesseract) e do baterista Anup Satry (Intervals e Chimp Spanner). Guiding Lights é seu segundo álbum de estúdio e se sobresai pela excelente produção e pelo diferenciado prog metal de contornos atmosféricos.

5


Cansado de esperar por um novo álbum de Tool? Soen é a resposta! Neste segundo trabalho de originais o quarteto estréia um novo baixista, com Stefan Stenberg a ocupar o lugar deixado por Steve DiGiorgio, mas na prática pouca coisa mudou. Assumidamente inspirados pela obra de Maynard e Cia, o Soen segue adiante onde 10.000 days parou, criando novas e intrincadas viagens musicais em forma de canções repletas de peso e melodia neste incrível Tellurian.

4


The Algorithm é um projeto do músico Francês Rémi Gallego que combina música eletrônica com metal progressivo, mathcore e djent. Octopus4 é seu segundo trabalho de originais e denota grande diversidade numa proposta instrumental de intensidade pouco comum no universo da música electrônica.

3


Going to Hell é apenas o segundo trabalho de originais deste quarteto nova-iorquino liderado pela bela atriz/modelo/guitarrista/cantora Taylor Momsen, e provalvelmente uma das mais gratas surpresas do ano. A proposta musical do The Pretty Reckless é até bem simples, hard rock rebelde de contornos alternativos. Resta saber se o grupo suportará o peso do sucesso, uma vez que todas as atenções recaem sobre a ótima front-woman.

2


Oriundos da Austrália, o United Progressive Fraternity surge com uma fênix, das cinzas do extinto grupo progressivo Unitopia, agora na forma de um septeto. O nome do grupo, assim como o título do álbum, refletem bem a proposta aqui apresentada. Canções belas, progressivas e apaixonantes, com letras inspiradoras que dão ênfase ao meio-ambiente e a condição humana. De quebra o álbum ainda conta com diversas participações especiais, entre elas Jon Anderson e Steve Hackett.

1


Representando com maestria as sonoridades mais extremas, temos os Polonêses Vader com seu décimo álbum de originais marcando a estréia do baterista Inglês James Stewart. Para mim o grande diferencial no Death Metal do Vader é a voz de Piotr Wiwczarek, naquela linha bem Tom Araya, cavernosa porém inteligível, fugindo aos padrões guturais do estilo. A grande novidade em Tibi Et Igni é a inclusão de alguns elementos sinfônicos que dão um clima mais épico a algumas canções. Em outras, o grupo tira o pé do acelerador e até surpreende como na semi-balada incluída como Bônus.